Polícia Civil prende motoboy que vendia drogas via delivery através do WhatsApp

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15/06/2017 às 09h59min - Atualizada em 15/06/2017 às 09h59min



Da Redação: Rafael Barbosa - Foto: Reprodução / Internet
Policiais civis prenderam na tarde de quarta-feira (14) um motoboy que vendia drogas via delivery e que recebia os pedidos através do WhatsApp. Segundo as autoridades, as informações sobre o crime foram obtidas através de investigações sobre o tráfico de drogas na região central de São Roque.

O homem, de 21 anos foi abordado em sua casa, na Rua Santa Cruz, no bairro Vila Santa Izabel. Ele não ofereceu resistência, mas dentro de uma pochete pertencente à ele foram encontrados quatro envelopes plásticos à vácuo contendo cocaína, sendo que cada um dos produtos seria vendido pelo preço de R$25. 

Ao realizarem uma busca pela casa, os policiais encontraram mais nove frascos plásticos contendo cocaína, além de R$116 em notas miúdas, um aparelho celular, uma motocicleta e um veículo Ford Fiesta. No celular do acusado foram encontradas mensagens de usuários que pediam pela venda das drogas, que eram comercializadas principalmente na região central são-roquense. "Os usuários tinham o contato do traficante e, além de pedirem os entorpecentes, marcavam o horário e local exato para a entrega das drogas, que era feita pelo investigado utilizando o carro ou a moto. Ele alterada a utilização dos veículos para dificultar a ação da polícia", informou as autoridades

Para evitar ser detido por tráfico, caso fosse abordado durante una das entregas, o traficante sempre transportava pequenas porções das drogas, para se passar por viciado, caso fosse pego. Ao ser levado para a Delegacia de Polícia, o homem confessou que atuava no tráfico a alguns meses e autuado pelo crime de tráfico de drogas, cuja pena é de 05 a 15 anos de reclusão e multa.

"A Polícia Civil continuará reprimindo duramente o comércio clandestino de drogas, principalmente na região central e adjacências. Agora vamos tentar identificar o maior número desses usuários que compravam as drogas para serem ouvidos o mais rápido possível e também identificar eventuais outros vendedores que agiam dessa forma", concluiu o escrivão chefe da Delegacia de São Roque, Anderson Góes.

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