Dilma reúne líderes da base e deve visitar Congresso

21:22 |

 Atualizado em segunda-feira, 31 de agosto de 2015 - 22h50

Visita da presidente servirá para dar explicações sobre a proposta orçamentária

Presidente Dilma Rousseff reúne-se com líderes dos partidos da base aliada da Câmara dos Deputados / Wilson Dia/Agência BrasilPresidente Dilma Rousseff reúne-se com líderes dos partidos da base aliada da Câmara dos DeputadosWilson Dia/Agência Brasil

Após a apresentação do Projeto de Lei do Orçamento Anual (PLOA), a presidente Dilma Rousseff se reuniu nesta segunda-feira (31), no Palácio do Planalto, com os líderes da base aliada na Câmara dos Deputados e mostrou-se disposta a visitar o Congresso Nacional para explicar a proposta orçamentária. A possível visita ainda não tem data definida.
Líder do PSD, o deputado Rogério Rosso (DF) informou que a presidente disse "claramente que está disposta a visitar o Congresso. Como sugestão, nós insistimos, é claro. Ela acenou positivamente na análise de que é importante ir ao Congresso”, afirmou o deputado. Segundo ele, Dilma está “muito serena, mas, ao mesmo tempo, muito atenta à questão do Orçamento”.

O líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE) também esteve com a presidente na reunião e elogiou o que chamou de transparência do governo federal. “É um orçamento transparente e preserva as conquistas dos últimos anos, como os programas sociais, o salário mínimo, e o programa Minha Casa, Minha Vida, além de anunciar um conjunto de medidas para vencermos as dificuldades”.

Guimarães disse que não vê dificuldades em aprovar o Orçamento no Congresso, por se tratar de um “Orçamento real”, que “reflete a realidade do Brasil”. “Não vejo grandes dificuldades na aprovação do Orçamento. Ele é real, transparente, não está maquiado e reflete a realidade do Brasil. […] Nossa responsabilidade não é da base é do Congresso. É dialogando fortemente com o governo, como fizemos hoje”.

Os vetos presidenciais que estarão na pauta do Congresso na quarta-feira (2) e que, caso derrubados, influenciarão o Orçamento do ano que vem também foram abordados durante o encontro.

Os destaques são a proposta alternativa à chamada fórmula 85/95, que estabelece novas regras de aposentadoria, o veto à extensão de reajuste do salário mínimo para aposentadorias e o reajuste dos servidores do Judiciário.

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Cunha pede mais 15 dias para entregar defesa ao STF

21:20 |

 Atualizado em segunda-feira, 31 de agosto de 2015 - 19h17


Presidente da Câmara dos Deputados foi denunciado por corrupção e lavagem de dinheiro na Lava Jato
Prazo atual termina no dia 09 de setembro / Renato Costa/Frame/FolhapressPrazo atual termina no dia 09 de setembroRenato Costa/Frame/Folhapress




A defesa do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pediu nesta segunda-feira mais 15 dias para apresentar defesa ao Supremo Tribunal Federal (STF). Há duas semanas, Cunha foi denunciado por corrupção e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato.

Desde a semana passada, quando o deputado foi notificado sobre a apresentação da denúncia, os advogados têm 15 dias para enviar a manifestação, prazo que termina no dia 9 de setembro. No entanto, a defesa pediu mais 15 dias, alegando que o Ministério Público deixou de juntar documentos da investigação e precisa analisá-los.

Segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, Eduardo Cunha recebeu US$ 5 milhões para viabilizar a contratação de dois navios-sonda pela Petrobras, junto ao estaleiro Samsung Heavy Industries em 2006 e 2007. O negócio foi formalizado sem licitação e ocorreu com intermediação do empresário Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, que está preso há nove meses em Curitiba, e do ex-diretor da Área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró. Todos são investigados pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal.

O caso foi descoberto após depoimento de Júlio Camargo, que fez acordo de delação premiada. De acordo com a denúncia, Camargo também participou do negócio e recebeu US$ 40,3 milhões da Samsung Heavy para concretizar a contratação.

A denúncia foi rebatida com “veemência” por Cunha, que chamou de “ilações” os argumentos apresentados por Janot. Na época, o deputado se disse inocente e aliviado, “já que o assunto passava para o Poder Judiciário”.

Depois de receber a manifestação da defesa de Cunha, o ministro Teori Zavascki vai elaborar seu voto e levá-lo a julgamento no plenário do STF. Se a maioria dos ministros entender que existem provas para abertura da ação penal, Cunha passará à condição de réu.
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Boechat: Brasil sofre com baixa qualidade de políticos

21:19 |

 Atualizado em terça-feira, 1 de setembro de 2015 - 00h09


Âncora do Jornal da Band ironizou o discurso do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, sobre corte de gastos do estado
“Pura gastança, pura mordomia”, definiu Boechat sobre viagem de Cunha / “Pura gastança, pura mordomia”, definiu Boechat sobre viagem de Cunha







O âncora do Jornal da Band, Ricardo Boechat, destacou na edição desta segunda-feira (31) a incoerência no discurso do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, sobre corte nos gastos do estado. 

“Chega a ser piada ouvir Cunha dizendo isso”, declarou Boechat. 

Para o jornalista, o parlamentar não consegue esconder a contradição entre seu discurso e uma peculiar prática entre políticos. 

“No discurso, ele diz que o estado tem que gastar menos – e tem mesmo”, opinou o âncora. “Na prática, ele embarca com outros deputados e uma assessora em classe executiva para participar em Nova York de um evento sem qualquer utilidade para o contribuinte brasileiro”, destacou.

Nesta segunda, Cunha viajou para os Estados Unidos e participou da 4ª Conferência Mundial de Presidentes de Parlamentos, organizado pela ONU, que tem como objetivo a troca de experiências entre parlamentares dos 166 países-membros da entidade. Em seu discurso para parlamentares, Cunha disse que “uma democracia sem povo é um jardim sem flores”. Depois, em conversa com a imprensa sobre o déficit no orçamento, ele afirmou que a conta já não vinha fechando e que a novidade é que o governo agora reconhece. Ironicamente, a solução apontada pelo presidente da Câmara foi “um corte rigoroso nos gastos, incluindo ministérios, cargos de confiança e investimentos”.


“Pura gastança, pura mordomia”, definiu Boechat, a respeito da viagem. 

“O problema do Brasil não é só a crise econômica, não; talvez, mais do que isso, seja a baixa qualidade da classe política”, completou o jornalista. 

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Dilma receberá Cunha no Planalto pela primeira vez após 'rompimento'

21:17 |

31/08/2015 23h06 - Atualizado em 31/08/2015 23h22


Presidente se reunirá com peemedebista nesta terça-feira (1º) à tarde.
Em julho, Cunha anunciou rompimento e se disse de 'oposição'.

Filipe MatosoDo G1, em Brasília
A presidente Dilma Rousseff receberá nesta terça-feira (1º) no Palácio do Planalto o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), segundo informou a Secretaria de Comunicação Social da Presidência. Este será o primeiro encontro entre os dois desde que o peemedebista anunciou o “rompimento” com o Palácio do Planalto.
Em julho, Cunha anunciou “rompimento político” com o governo e informou que faria parte da oposição. Desde então, ele e Dilma não se reuniram mais. À época do anúncio, a Presidência divulgou uma nota na qual afirmou esperar que a decisão de Cunha não se refletisse em seus atos como presidente da Câmara. O partido de Cunha, o PMDB, presidido pelo vice-presidente da República, Michel Temer, chegou a divulgar uma nota na qual disse que o anúncio era “estritamente pessoal”.
O encontro entre Dilma e Cunha ocorre em meio a uma crise política no governo. A popularidade da petista é a mais baixa desde que ela assumiu o Palácio do Planalto, em 2011, e setores da oposição defendem o afastamento dela do poder.

No Legislativo, o governo tem sofrido sucessivas derrotas, como ocorreu na votação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), aprovada em primeiro turno pelos deputados, que eleva os gastos do governo com reajuste para as carreiras da Avocacia-Geral da União (AGU).
A reunião entre a presidente e o peemedebista se dá também em um contexto de aproximação entre Dilma e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que chegou a divulgar uma série de propostas para reaquecer a economia e que foi elogiada por Dilma.

O 'rompimento'
O anúncio de Cunha de que havia rompido com o Palácio do Planalto ocorreu um dia após o consultor da empresa Toyo Setal, um dos delatores na Operação Lava Jato, dizer que o presidente da Câmara havia lhe pedido propina de US$ 5 milhões.
Na ocasião, Eduardo Cunha acusou o Palácio Planalto de ter se articulado com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para incriminá-lo na operação. Ele também chegou a dizer, sem citar nomes, que há no Planalto “brando de aloprados” que age contra ele.

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Gás de cozinha terá aumento de 15% a partir de terça, diz Petrobras

21:16 |

31/08/2015 20h17 - Atualizado em 31/08/2015 20h45


Segundo a Petrobras, este é o primeiro aumento desde dezembro de 2002. 
Será reajustado o preço do gás liquefeito de petróleo para uso residencial.

Do G1, em São Paulo

Gás de cozinha tem reajuste de preço acima da inflação em Curitiba (Foto: Reprodução/RPC TV)Petrobras divulgou comunicado à imprensa informando sobre o aumento (Foto: Reprodução/RPC TV)
Petrobras informou nesta segunda-feira (31) que reajustará os preços de gás liquefeito de petróleo para uso residencial, envasado em botijões de até 13 kg (GLP P-13).

Segundo nota enviada à imprensa, a alta média será de 15% e entra em vigência a partir de desta terça (1).

Segundo a Petrobras, este é o primeiro aumento do preço do gás de cozinha desde dezembro de 2002.

Em nota divulgada na sexta-feira (28), o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) havia informado que haveria o aumento, sem precisar de quanto seria.

De acordo com o Sindigás, o presidente da Sergás (sindicato das revendedoras), Robson Carneiro dos Santos, afirma que o reajuste será repassado ao consumidor. “Não tem como segurar o preço final por muito tempo porque os nossos custos também subiram muito”, afirmou, segundo nota divulgada no site do sindicato.


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Greve geral deve se estender até o fim da semana no RS, diz líder sindical

21:14 |

31/08/2015 19h57 - Atualizado em 31/08/2015 20h46


Salários de funcionários serão parcelados em quatro vezes neste mês.
Categorias realizarão votações para definir o prolongamento da paralisação.

Do G1 RS

Iniciada nesta segunda-feira (31), a greve geral de quatro dias realizada por servidores públicos estaduais do Rio Grande do Sul contra o parcelamento de salários deve se estender até a próxima sexta-feira (4), conforme afirmou o presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos no estado (Fessergs). Após reunião realizada na tarde desta segunda, em Porto Alegre, com representantes do movimento unificado com 44 entidades, cada categoria vai realizar uma votação para estender em mais um dia a paralisação inicialmente marcada para terminar na quinta-feira (3).
"A greve deve se prolongar naturalmente até a sexta-feira. Os sindicatos vão deliberar, mas a tendência é que se estenda até sexta em função de os servidores não terem recursos para se deslocar até os locais de trabalho e se alimentar nestes locais", disse ao G1 o presidente da Fessergs, Sérgio Arnoud.
A paralisação é uma retaliação aoparcelamento dos salários dos servidores públicos vinculados ao Executivo, pelo segundo mês consecutivo. No primeiro dia, a prestação de serviços essenciais, como educação e segurança, foram as mais afetados pela paralisação.
Em pronunciamento nesta segunda-feira (31), no Palácio Piratini, o governador José Ivo Sartori confirmou o parcelamento dos salários dos servidores estaduais e detalhou o cronograma de pagamentos, em quatro parcelas. Além dos R$ 600 depositados nesta segunda, mais R$ 800 serão pagos até o dia 11 de setembro. Já no dia 15 está programado o crédito de R$ 1.400. A parcela complementar para quem ganha acima de R$ 2.800 será creditada até dia 22.
Ao fazer o anúncio, Sartori embargou a voz e disse que respeita as manifestações de indignação dos servidores diante da medida e pediu "desculpas" caso algum "gesto" seu tenha "mal compreendido". "Aos servidores e as suas famílias, em primeiro lugar, o meu respeito pessoal. A despeito de tudo, têm o meu respeito. Sei a consequência desse problema e, mas todos nós estamos do mesmo lado, precisando enfrentar o mesmo inimigo", discursou.
A Fessergs estima que 100 mil servidores tenham aderido à paralisação. Professores, policiais civis, agentes penitenciários, servidores da saúde e do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) foram os que mais participaram do movimento.
Além do protesto marcado para a quinta-feira em frente ao Palácio Piratini, a sede do governo gaúcho, os servidores realizarão um "barulhaço" às 12h desta quarta-feira (2). "Serão oito minutos de barulho para alertar o governador que se já passaram oito meses de governo,  para ver se ele acorda", disse Arnoud.
Calendário de pagamento:
- Dia 31/8 (segunda-feira): Parcela líquida de R$ 600
- Até o dia 11/9 (sexta-feira): Parcela líquida de R$ 800 (R$ 1.400: 32% dos vínculos)
- Até o dia 15/9 (terça-feira): Parcela líquida de R$ 1.400  (R$ 2.800: 67% dos vínculos)
- Até o dia 22/9 (terça-feira): Parcela complementar (100% dos servidores do Poder Executivo – ativos, inativos, pensões previdenciárias e pensões alimentícias).

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